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dicas

  
 

Quando ir: no verão, chove mais, mas as chuvas são passageiras. No inverno, pode fazer frio e gear, causando neblina, o que dificulta a observação das quedas. Nós fomos em novembro e estava calor, abafado e úmido. É lindo ver as cataratas com muita água. Nos meses que chove mais a chance disso aumenta.

Índice pluviométrico e temperaturas mensais de Foz
 
 
 
 
 

(www.twitpi.com)

 

 

Onde ficar: Foz do Iguaçu tem uma rede hoteleira invejável. Tudo depende de quanto você quer gastar, pois tem de hostel a cinco estrelas. Sugiro pesquisar hospedagem em Puerto Iguazú, na Argentina, pois com o peso em baixa o custo/benefício dos hotéis está ótimo.
 
 
 
 
O que comer: comer do lado argentino é mais barato e melhor. Comemos empanadas, carnes e muita azeitona com queijo num mercadinho da cidade que foi show! Com cerveja, a conta fechou em 18 pesos, em três! Esqueça a Skol por um tempo e peça Quilmes!
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
                      
 
Cidades: Puerto Iguazú, na Argentina, é bonitinha e tranqüila. Tem um comércio ch
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io de lojinhas simpáticas. Foz do Iguaçu é maior, mais organizada e sem tanto charme quanto sua vizinha Argentina. As duas possuem uma infraestrutura boa, com informações e pessoas treinadas no atendimento ao turista
. Já Ciudad del Este (foto), no Paraguai é caótica, barulhenta e cheia de gente, com um comércio que enfeia a cidade. Vá somente para compras e observe bem a qualidade dos produtos adquiridos.
 
 
 
 
 
 
O que fazer: São dois parques nacionais: o Iguaçu, no Brasil e o Iguazú, na Argentina. No lado brasileiro, tem as passarelas que te dão uma panorâmica das cataratas. Desse lado,você pode encarar o Macuco Safári, passeio de barco pelo rio, que chega pertinho das quedas. Para os mais aventureiros, tem algumas trilhas que você pode fazer dentro do parque, rafting no rio Iguaçu e o Campo de desafios (com rapel, muro de escalada e arvorismo). Se você chegar de avião, existe a possibilidade do piloto estar com vontade de fazer muitas pessoas felizes e fazer rasantes para os passageiros verem as cataratas. Mas caso isso não aconteça e você tiver um dinheiro extra, existe a possibilidade de se fazer o passeio de helicóptero que sobrevoa as cataratas. Na estrada para o parque, existe o Parque das Aves, particular e bem servido em espécies e quantidade de animais, na maioria aves. Você tem a oportunidade de entrar num viveiro enorme, como se estivesse numa floresta, e interagir mais de perto com os animais. Já a visita a Usina Binacional de Energia Hidrelétrica de Itaipu  é um passeio onde podemos perceber como a ação do homem modifica a natureza.
 
 
 
No lado argentino, é interessante separar um dia inteiro para fazer o Parque Nacional Iguazú. As trilhas são um pouco mais longas e a parte das passarelas tem várias entradinhas que chegam mais perto de várias quedas d’água. Também oferecem trilhas e passeio no estilo Macuco Safári, com um preço mais baixo. A garganta do Diabo é imperdível! O trenzinho que chega perto dela também. Uma dica é levar dinheiro (peso) para entrar no parque e pequenos gastos, pois eles não aceitam cartão de crédito.
 
 
 

Tirando a visita à hidrelétrica, todos esses os passeios são pagos.

Além dos parques, tem pessoas que se interessam pelas compras no Paraguai, uma imensa 25 de março maior e mais barata. Cuidado com produtos falsificados e de má qualidade!Também existe um duty free do lado argentino, pertinho da fronteira com o Brasil.

Se você gosta de jogar, na Argentina tem um cassino colado no duty free.

Cruzar a Ponte da Amizade e o Marco das três fronteiras faz com que percebamos que a distância territorial desses três países nesse local é muito sutil. Velhas rixas que virem fumaça (de água!). Aproveito para lembrar: não esqueçam do RG, em bom estado de conservação, ao cruzar as fronteiras!
 
 
 
Souvenirs: existe um comércio muito forte de pedras brasileiras em Foz do Iguaçu. Essa é uma boa recordação do lugar, pois os preços são convidativos.
 
 
 
 

Como se movimentar: quando não estávamos com o ônibus da excursão (alguns transfers para passeios estavam incluídos), alugamos uma van. Amigos meus que não foram de excursão (pegaram vôo com milhas), fizeram tudo de ônibus circular e disseram que foi ótimo. No hotel deles explicaram onde tinha ponto, qual ônibus pegar, onde descer. Atravessaram até as fronteiras com ele. Em média, a passagem custa R$2,20. Portanto, é uma opção barata e que te oferece flexibilidade. As cidades contam ainda com uma boa oferta de táxis.

O que levar: RG ou passaporte, boné e protetor solar, capa de chuva e repelente. Lembre-se que você pode se molhar, roupas leves, que secam rápido, são o ideal. Os parques têm infraestrutura para lanches e refeições.
 
 
 
 

Idade: todos podem passear em Foz do Iguaçu, desde crianças a velhinhos. Para os jovens, existem atrações mais radicais dentro dos parques. Mas se você quiser fazer só o básico, já vale, pois as Cataratas são muito lindas mesmo!

Uma coisa fofa: as borboletas! Vimos muitas borboletas nos Parques Nacionais. Pesquisando, descobri que são quase 300 espécies delas. Tamanha fartura de cores, tamanhos e formas traz um encanto ainda maior a viagem.
 
 
 
 
 

 

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